quarta-feira, 3 de julho de 2013

Brasil desenvolve fibra de carbono inédita



Uma pesquisa realizada pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobras, possibilitou ao Brasil desenvolver uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto as fibras comercializadas no mercado internacional. O trabalho usa o piche de petróleo para a criação do material que é muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística, garantindo diminuição do peso dos materiais sem perder a resistência, avança o jornal Ambiente Brasil.

A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos EUA, com um preço por quilo muito elevado (variam entre os 10 e os 50 dólares), o que faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

O Major Alexandre Taschetto, responsável pelo Projecto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), explica que uma das grandes vantagens desta tecnologia inédita é o facto de ser um derivado ou o “fundo do barril de petróleo”que ainda não tem um mercado significativo, logo, é um produto ainda muito barato que pode ser utilizado em grande escala.

Para Taschetto, os automóveis que utilizam a fibra de carbono de piche de petróleo emitem menos poluentes do que aqueles que são fabricados peças de aço, contribuindo para uma maior eficiência energética assim como para fabricar materiais mais leves para os soldados.


O produto produzido em escala semi-industrial será apresentado no Congresso Mundial de Pesquisadores da Área de Carbono (Carbon 2013), entre os dias 15 e 19 de Julho, no Rio de Janeiro.

Petrobras tem sinal verde para deter 100% de usina




A Petrobras recebeu sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para se tornar detentora de 100% da Termoaçu, usina termelétrica instalada no município de Alto dos Rodrigues (RN), com potência instalada de 367,9 megawatts (MW) de energia.
Júnior Santos
Termelétrica Termoaçu: O grupo Neoenergia detinha 23,13 por cento de participação na usina potiguar

A Companhia pediu autorização para comprar os 23,13% de participação restantes – sob controle do grupo Neoenergia – em junho deste ano por entender que a consolidação do controle se tratava de “uma oportunidade de aumentar sua capacidade de geração, aumentando a eficiência e a confiabilidade do seu parque gerador”. O pedido foi aceito pelo Cade no último dia 1º. A autorização foi publicada ontem no Diário Oficial da União.

O Conselho, que é vinculado ao Ministério da Justiça e analisa fusões e incorporações de empresas, aprovou o pedido da Petrobras ‘sem restrições’. A autarquia é responsável por vetar toda e qualquer operação que ameace a livre concorrência no país.

Segundo despacho assinado pelo superintendente-geral substituto do Cade, Eduardo Frade Rodrigues, o Conselho entendeu que a operação não acarretaria alterações no ambiente concorrencial, já que mesmo antes de anunciar o interesse em se tornar detentora da usina, a Petrobras já possuía o controle da Termoaçu.

A TRIBUNA DO NORTE procurou a Petrobras e o grupo Neoenergia, por meio das respectivas assessorias de imprensa, mas as duas companhias não enviaram posicionamento nem disponibilizaram porta-voz até o fechamento da edição.

Usina

A Neoenergia operava a Usina Termelétrica Termoaçu, em parceria com a Petrobras, desde setembro de 2008. Segundo informações do site do grupo, a energia produzida pela Termoaçu tem como destino a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) e a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern). Já o vapor produzido é utilizado pela Petrobras para injeção contínua nos poços de petróleo.

A Termoaçu foi inaugurada pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em 2008. A potência instalada na época girava em torno de 340 megawatts (MW) de energia.


Apesar da capacidade, ficou determinado na época que a termelétrica só entraria em operação para atender aos despachos do operador do Sistema Elétrico Nacional, no momento em que as hidrelétricas não fossem capazes de suprir a demanda do país, como ocorreu no último ano, em função da seca sobretudo no Nordeste. A obra integrou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e representou um investimento total de R$ 650 milhões.  

Fonte: DCI

'Problema na OGX não é de tecnologia', diz geólogo



São Paulo - O anúncio de que a OGX vai suspender o desenvolvimento de alguns campos e de que no ano que vem a produção do campo Tubarão Azul pode acabar surpreendeu especialistas da indústria de petróleo, sobretudo se for considerado o experiente corpo técnico constituído por Eike Batista para tocar a empresa.

No comunicado, a companhia informou ter chegado à conclusão de que não há "tecnologia capaz de viabilizar economicamente qualquer investimento adicional visando aumentar o seu perfil de produção".

Na prática, o que a OGX revelou é que as reservas de petróleo e gás estão espalhadas em pequenas estruturas não contínuas dentro dos reservatórios, o que demandaria um maior número de poços para a extração dos recursos.

"Isso não é um problema de tecnologia. Isso é um fato da geologia. A OGX terá de perfurar mais poços para produzir petróleo, o que pode ser antieconômico", avaliou o especialista em geologia da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Jorge Abreu, acrescentando que o reconhecimento do problema neste momento demonstra uma deficiência dos estudos elaborados pela petrolífera.

Ainda no fato relevante, a OGX recomendou ao mercado que desconsidere suas projeções anteriores.

Para o especialista em exploração Pedro Zalán, da ZAG Consultoria, o anúncio de hoje revela que a OGX realizou essas projeções sem conhecer em detalhes as características geológicas dos reservatórios.


"É o reconhecimento de que os reservatórios são muito difíceis. A questão é que isso deveria ter ocorrido há muito tempo", comentou o Zalán, reforçando o entendimento de que a exploração em reservatórios compartimentados não tem dificuldades tecnológicas.

Fonte: Agência Estado

Sai edital com 136 vagas para Liquigás ! Prazo abre dia 4 com salário de até R$1.247,91



A Liquigás Distribuidora, ligada à Petrobras, divulgou nesta terça, dia 2 de julho, edital de concurso para o preenchimento de 136 vagas em cargos dos níveis fundamental incompleto ao superior, além de formação de cadastro. As inscrições devem ser feitas de 4 a 22 de julho, no site da Fundação Cesgranrio, organizadora da seleção. As oportunidades estão assim distribuídas, com distribuição por cidades de todas as regiões do país: 21 vagas para fundamental incompleto (todas para o cargo de ajudante de carga/descarga, com taxa de R$30 e vencimento inicial de R$905,26); 23 oportunidades para funções do nível fundamental completo (conferente e oficial de produção, com taxa de R$30 e inicial de até R$1.247,91).

Há ainda 60 vagas para o nível médio (em funções como assistente administrativo, motorista, ajudante de motorista e técnico de edificações e segurança do trabalho, com taxa de R$40 e ganhos de até R$2.257,11) e, por fim, 32 vagas para graduados (engenheiros em diversas especialidade e formados em Direito, Ciências Contábeis, Administração e Comunicação, entre outras áreas, além de profissional de vendas júnior, com taxa de R$60 e até R$4.086.41 iniciais). Há reserva de 5% das vagas para deficientes. Os contratados ainda contarão com benefícios como vale-gás; vale-refeição ou refeitório no local; vale-alimentação; assistência médica (opcional); vale-transporte (opcional); convênio farmácia (opcional); convênio odontológico (opcional); auxílio-filho excepcional; auxílio-funeral; seguro de vida em grupo (opcional); auxílio-creche; e adicional por tempo de serviço e plano de previdência Liquigás (opcional).

Para quem não dispuser de acesso à internet, há postos de inscrição autorizados. A aplicação das provas objetivas para todos os cargos e da prova discursiva exclusivamente para Profissional Júnior - Direito está marcada para 25 de agosto em diversas cidades, de lotação ou próximas aos municípios de lotação das vagas. Para os concorrentes às funções de ajudante de carga/descarga e de oficial de produção ainda haverá exame de capacitação física. A previsão é de que o resultado final do concurso seja divulgado em 21 de novembro. O processo seletivo terá validade inicial de um ano, que pode ser prorrogada uma única vez, e pelo mesmo período.

Fonte: Folha Dirigida

terça-feira, 2 de julho de 2013

HRT reduz 'significativamente' programa exploratório no Solimões

Comunicado ao mercado informa que comitê vai avaliar venda de ativos.
Plano de transição do Campo de Polvo deve ser concluído este ano.

A empresa de petróleo e gás HRT revisou o programa exploratório na Bacia do Solimões, na Amazônia, reduzindo "significativamente" o programa, ao mesmo tempo que criou um comitê especial para avaliar potenciais vendas de ativos, combinações estratégicas ou fontes adicionais de capital, segundo comunicado divulgado ao mercado nesta segunda-feira (1º).

De acordo com a nota, a decisão de reduzir o programa exploratório na região foi tomada "em virtude dos recentes resultados".

Também nesta segunda-feira, a OGX, petroleira do empresário Eike Batista, informou que os poços atualmente em operação no campo de Tubarão Azul não terão sua produção aumentada e poderão parar de produzir ao longo de 2014.

"A Companhia concluiu que não existe, no momento, tecnologia capaz de tornar economicamente viável o desenvolvimento dos campos de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia. Diante desse fato, a Companhia submeterá à ANP requerimento no sentido de suspender o desenvolvimento dos campos acima indicados", diz o comunicado.

O comunicado desta segunda da HRT informa ainda que o plano de transição do Campo de Polvo, na Bacia de Campos, também foi avaliado tendo como meta concluir a transferência da operação do campo no quarto trimestre de 2013.

Em maio, a petrolífera HRT fechou contrato de compra e venda com a BP Energy do Brasil para adquirir 60% de participação no Campo de Polvo no valor de US$ 135 milhões.

O mesmo comunicado traz também informações sobre o programa de perfuração na Namíbia, tendo constatado que o poço Murombe-1 está sendo perfurado à frente do cronograma previsto e com custos inferiores. O poço deve ser concluído no início de agosto.

O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a Air Amazônia Serviços Aéreos Ltda. e a HRT Canada Inc.. A companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia: oito blocos na sub-bacia de Orange e dois blocos na sub-bacia de Walvis.

Em maio, a HRT informou ter reduzido seu prejuízo para R$ 99 milhões no primeiro trimestre de 2013, frente a um resultado negativo de R$ 140 milhões no trimestre anterior.

Fonte: G1

OGX suspende desenvolvimento em três poços de Tubarão Azul



Companhia vai interromper também a construção de algumas plataformas da OSX

São Paulo - A OGX, braço petroleiro do grupo EBX, de Eike Batista, anunciou, nesta segunda-feira, a suspensão do desenvolvimento de três poços exploratórios, localizados no Campo de Tubarão Azul, são eles: o de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia.

De acordo com fato relevante divulgado pela companhia, após concluir análise detalhada nos poços, a empresa verificou que: "não existe, no momento, tecnologia capaz de viabilizar economicamente qualquer investimento adicional nesse Campo visando aumentar o seu perfil de produção".

Ainda segundo a OGX, os poços atualmente em operação poderão cessar de produzir ao longo do ano de 2014. O aluguel pelo afretamento do FPSO OSX-1, plataforma conectada ao Campo de Tubarão Azul, continuará a ser pago à OSX nos termos do respectivo contrato.

"O comportamento dos poços produtores de Tubarão Azul levou a Companhia a reprocessar e reinterpretar os dados geológicos e geofísicos existentes, o que permitiu a construção de novo modelo de reservatório, onde ficou evidente a intensa compartimentalização e descontinuidade desses reservatórios, o que compromete a produtividade dos mesmos", disse a empresa, em comunicado.

A OGX vai agora submeter a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) uma revisão do Plano de Desenvolvimento com base nas conclusões resultantes da referida análise.

OSX

Diante desse novo cenário, a companhia decidiu também interromper a construção pela OSX das seguintes plataformas flutuantes: FPSO OSX-4, FPSO OSX-5, além da WHP-1, WHP-3 e WHP-4.

A OSX, em função das interrupções, irá receber 449 milhões de dólares da OGX, valor que será pago imediatamente. Pelo acordo, aproximadamente 70% desse montante serão empregados no pagamento de custos de construção do FPSO OSX- 3 e WHP-2.


Embora a exploração em alguns poços tenha sido suspensa, o Campo de Tubarão Martelo vai continuar a ser desenvolvido normalmente, com o primeiro óleo previsto para o 4º trimestre de 2013, disse a OGX. A petroleira liderada por Eike possui 26 blocos exploratórios no Brasil e cinco na Colômbia.

Fonte: Exame.com

Semana de Engenharia de Petróleo da Universidade Federal Rural do Semi-Árido


Entrando em sua segunda edição, a PETROWEEK já ratifica o grande sucesso obtido durante o seu primeiro ano, em 2012. Nesta nova edição, o evento pretende surpreender mais uma vez aqueles que venham a integrá-lo. Confira abaixo o que irá rolar na PETROWEEK 2013:

  • 7 minicursos das mais diversas áreas da Engenharia de Petróleo;
  • 7 Palestras;
  • 3 Visitas Técnicas;
  • II Academic Exposure;
  • Exposição de peças e equipamentos da indústria do petróleo;
  • Petrochurras.


Além disso, o evento contará com a participação das grandes empresas da indústria do petróleo, que confirmaram parceria com a PETROWEEK desde sua primeira edição e novas empresas que acreditaram no projeto PETROWEEK. Dentre elas estão:
AEPET-RN/CE, ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Halliburton, Petrobras, Schahin, Redepetro/RN, UTC Engenharia, Engepetrol, Segura Consultoria, Netzsch e Shimadzu.

A PETROWEEK 2013 ocorrerá nos dias 12 a 16 de agosto no Campus Leste da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, na cidade de Mossoró-RN.

Para mais informações acesse: http://caepetroufersa.wix.com/petroweek

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Moscou sediará cúpula do Conselho Mundial do Petróleo



Moscou sediará em junho de 2014 o encontro do Conselho Mundial do Petróleo, considerado o acontecimento mais importante na indústria de petróleo e de gás. Pela segunda vez, a Rússia será anfitriã da cúpula do organismo, que, a cada três anos, reúne mais de cinco mil especialistas de 80 países para conhecer tecnologias contemporâneas de extração do óleo e novos métodos de organização deste ramo empresarial.

Na reunião de Moscou em 2014,são esperadas 100 grandes personalidades políticas mundiais entre ministros, chefes de Estado e de governo. O atual presidente do Conselho Mundial de Petróleo, o brasileiro Renato Bertani, elogiou a Rússia, afirmando que o país desempenha um dos papéis mais importantes, se não o mais exponencial, no setor mundial extração de petróleo e gás e, também, pelo número de reservas prospectadas.


O primeiro encontro do organismo aconteceu em 1933, no Museu da Ciência em Londres. Desde então, o lema principal dos Estatutos do Conselho Mundial de Petróleo incentiva a utilização racional de todos os recursos para sua distribuição proporcional pela humanidade.

Fonte: Diario da Russia

Petrobras fecha contrato de US$ 2,7 bilhões com a SapuraKencana, da Malásia



RIO - As fornecedoras de equipamentos para petróleo e gás SapuraKencana, da Malásia, e Seadrill, da Noruega, fecharam um contrato de US$ 2,7 bilhões com a Petrobras para fabricar três embarcações de exploração em águas profundas.

O acordo foi fechado entre a estatal brasileira e a Sapura Navegação Marítima, joint venture da Sapura e Seadrill no Brasil. A empresa vai construir e operar as plataformas PLSVs durante oito anos. Há, ainda, a opção de estender o período para oito anos adicionais.

As três embarcações virão equipadas com oleodutos de capacidade de perfuração em 3 mil metros, para águas profundas, informou Shahril Shamsuddin, presidente da Sapura, em comunicado. A fabricação se dará fora do Brasil e as entregas estão previstas para o segundo trimestre de 2016.
Ontem, a Honeywell, dos Estados Unidos, informou que a Petrobras havia contratado serviços de tecnologia para quatro plataformas flutuantes, as FPSOs. Estima-se que o projeto seja iniciado entre 2016 e 2017.


A Seadrill também é dona da Seabras, que chegou a avaliar a abertura de capital na BM&FBovespa, mas suspendeu os planos.

Fonte: O Globo

Petrobras faz 1ª transferência no alcoolduto Ribeirão Preto-Paulínia


A Petrobras iniciou as transferências de etanol hidratado por meio do duto que liga Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) a Paulínia (117 km de São Paulo). A empresa informou hoje que a primeira transferência ocorreu na última terça-feira (25). No entanto não informou o volume transportado.
O duto foi construído pela Logum Logística S.A., empresa em que a Petrobras é acionista junto com a Camargo Corrêa Construções e Participações S.A., Copersucar S.A., Raízen Energia S.A., Odebrecht Transport Participações S.A. e Uniduto Logística S.A..

A carga de etanol saiu do terminal da Petrobras em Ribeirão com destino aos tanques da Replan (Refinaria de Paulínia). O duto, segundo a Petrobras, tem 24 polegadas de diâmetro e 206 km de comprimento, e é operado pela Transpetro -braço da estatal na área de transportes.

A operação é acompanhada por técnicos da empresa. O objetivo do duto é transportar o combustível das regiões produtoras para o mercado consumidor brasileiro.

Segundo a Petrobras, a operação comercial definitiva está prevista para julho. Ela permitirá a venda do etanol hidratado em Paulínia ou a sua transferência, por meio de outros dutos, para Barueri e para o Rio de Janeiro.

O duto é a primeira etapa do sistema de distribuição de etanol que consta do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), orçado em R$ 7 bilhões. O sistema, segundo a Petrobras, é constituído de modais dutoviário e hidroviário, e facilitará as exportações e o transporte por cabotagem.

Fonte: Folhapress

quinta-feira, 27 de junho de 2013




RIO - A Petrobras está transportando do Porto do Rio para um depósito na praia da Ribeira, na Ilha do Governador, cerca de 7 mil toneladas de equipamentos importados destinados ao Complexo Petroquímico do Rio de janeiro (comperj), em construção em Itaboraí, região Metropolitana do Rio. O transporte dos materiais está sendo feito por meio de balsas.

Os equipamentos estavam armazenados no Porto do Rio desde agosto de 2011 quando chegaram ao Brasil. Eles não puderam seguir para o Comperj porque descobriu-se que as rodovias não comportavam os aparelhos de maior porte e peso, como geradores comprados na Itália que pesam cerca de 1.050 toneladas cada.

A Petrobras informou apenas que a mudança se deveu à falta de interesse na renovação do contrato de armazenamento no Porto do Rio. Os equipamentos serão transportados via marítima até São Gonçalo e depois pela rodovia até o Comperj.

Para isso, depois de muitos atrasos para obtenção das licenças ambientais, a Petrobras está construindo um píer na Praia da Beira, na ilha de Itaóca, em São Gonçalo e uma rodovia rodovia até o Comperj, de 18 quilômetros. As obras foram iniciadas em dezembro do ano passado e a previsão de ficarem prontas em 2014, segundo a companhia.

Segundo a petrolífera, após o uso da rodovia para o transporte dos equipamentos, a mesma será entregue à prefeitura de São Gonçalo, mas a estatal terá prioridade em seu uso durante dez anos.

A Petrobras não informa o custo dessas obras específicas, mas o complexo todo está com cerca de 53% das obras concluídas e já consumiu US$ 12,9 bilhões. Por vários problemas operacionais, entre eles o transporte dos equipamentos, o complexo teve sua entrada em operação atrasada de 2014 para 2016.


Fonte:Agência Estado

Salários do setor de petróleo e gás cresceram em 2012



Intitulada The Oil & Gas Global Salary Guide 2013, a pesquisa entrevistou aproximadamente 25 mil pessoas, contra 14 mil no ano passado, em 53 países

O guia salarial elaborado pela consultoria de recrutamento Hays em parceria com o site inglês Oil & Gas Job Search apontou que a remuneração setor de petróleo e gás subiu 8,5% nos últimos 12 meses. Intitulada The Oil & Gas Global Salary Guide 2013, a pesquisa deste ano entrevistou aproximadamente 25 mil pessoas, contra 14 mil no ano passado, em 53 países.

No topo do ranking de países que oferecem os maiores salários figura, mais uma vez, a Austrália, referência no mercado de Gás Natural Líquido (LNG). Paradoxalmente à tendência global, o país registrou ligeiras quedas nas respectivas médias salariais pagas aos funcionários locais e aos estrangeiros, mas mesmo assim, conseguiu manter a liderança. “A Austrália ainda possui escassez de mão de obra e por isso se dispôs a pagar altos valores a seus funcionários nos últimos anos. Porém, o relatório da HAYS aponta que um teto salarial já foi alcançado por lá”, afirma Keith Jones, gerente da expertise de petróleo e gás da HAYS. O levantamento mostrou que a Austrália paga uma média de U$ 163.600 para funcionários locais, e U$ 171,000 para mão de obra importada. Completando a lista dos cinco primeiros países que oferecem os maiores salários, encontram-se Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos e Canadá.

Outra percepção interessante trazida pelo estudo é a importância dos benefícios na visão dos profissionais de petróleo e gás. Quase 65% das pessoas que responderam a pesquisa recebem algum benefício ou subsídio acima do seu salário base, a mais elevada taxa desde que o estudo foi lançado, há quatro anos. Os benefícios no mercado de trabalho do setor que mais cresceram em 2012 foram os bônus concedidos a funcionários (aumento de 21%). “Notamos que o aumento de bonificação se tornou o mecanismo dominante utilizado por empresas para atrair e reter talentos em um mercado de trabalho tão atrativo como o de petróleo e gás”, ressalta Jones.

O levantamento também traçou diferenças regionais significativas. No continente americano, por exemplo, é concedido o maior número de planos de saúde e subsídios de refeição do mundo. Já na Ásia, há uma ausência de pagamentos de pensões, o que por outro lado é compensado com os mais altos bônus do mundo. Uma das grandes surpresas é a África Oriental, que de acordo com o estudo, está se tornando o próximo grande polo atrativo para as grandes companhias do setor.


Por fim, a confiança dos empregadores no aumento dos níveis de pessoal durante 2013 permanece alta. Um quarto deles espera que os níveis de pessoal aumentem em mais de 10%, e quase 75% preveem algum nível de aumento.

Petrobras adquire fábrica de fertilizantes por R$ 234 milhões



A Petrobras anunciou aquisição da fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados, localizada no Paraná, pelo valor de R$ 234 milhões

A empresa oficializou a compra no mês passado, mas a transação só foi confirmada na segunda quinzena de junho. O pagamento será feito com a receita proveniente do arrendamento dos direitos minerários de titularidade da Petrobras à Vale no Sergipe.

De acordo com comunicação divulgado pela Petrobrás, “com a aquisição da Fafen/Paraná, a empresa reforça a área de negócio em fertilizantes, em alinhamento com o seu Plano de Negócios e Gestão 2013-2017” .

Localizada em Araucária (PR), a fábrica é vizinha da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), que lhe fornece matéria-prima. A unidade tem capacidade de produção anual de 700 mil toneladas de ureia e 475 toneladas de amônia, além de produzir o Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32).

Ainda segundo a nota, a Fafen/Paraná passa a integrar o portfólio de produção de fertilizantes da Petrobras, que possui em atividade a Fafen/Sergipe com capacidade de produção de 657 toneladas/ano de ureia e 456 toneladas/ano de amônia e Fafen/Bahia com 474 toneladas/ano de ureia e 474 toneladas/ano de amônia.

No dia 16 de maio, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o negócio, que foi fechado em dezembro de 2012.

Fonte: DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO


Como as dívidas levaram Eike Batista à beira do precipício



São João da Barra - À medida que o império industrial de Eike Batista desmorona, sua situação cada vez mais se parece com a construção do Porto de Açu, um dos empreendimentos mais visíveis do empresário e que se assemelha a um monte de areia no meio de um pântano.

Para construir o terminal, estaleiro e parque industrial de petróleo e minério de ferro de 2 bilhões de dólares, localizado a 300 km do Rio de Janeiro, o maior navio de dragagem do mundo atravessou a praia e escavou 13 quilômetros de docas entre dunas e restinga. E para manter os usuários do porto secos, a areia está sendo usada em aterros de até cinco metros acima das planícies inundadas do entorno.

O complexo, uma vez e meia do tamanho de Manhattan, tem um outro cais, de 3 km, que pode receber meia dúzia dos maiores petroleiros e cargueiros do mundo ao mesmo tempo.

No entanto, apesar de todo esse trabalho e de um país desesperado por portos e outras infraestruturas pesadas, os investidores consideram quase sem valor as três empresas do gr upo EBX com participações em Açu.

Todas as seis empresas do grupo EBX, com exceção de uma, perderam mais de 90 % de seu valor desde que atingiram suas máximas, e as ações da OGX Petróleo e Gás, principal empresa do grupo, estão sendo negociadas a níveis que sugerem que um calote é iminente.

Eike, que foi o mais bem sucedido empresário do Brasil durante a década do boom das commodities, tem sido obrigado a ver uma das maiores fortunas do mundo desaparecer. No ano passado, quando a revista Forbes classificou sua fortuna como a sétima maior do mundo, Eike se vangloriou e disse que se tornaria o homem mais rico do mundo.

O Brasil, que durante o boom cresceu em seu ritmo mais rápido em três décadas, estagnou. Conversas sobre um "milagre brasileiro" foram substituídas por protestos contra a corrupção. A fortuna pessoal de Eike encolheu em mais de 20 bilhões de dólares e isso lhe custou o título de homem mais rico do Brasil.


"A situação de Eike é incrível, no sentido verdadeiro da palavra", disse Chris Kettenmann, analista de petróleo e gás da Prime Executions, uma corretora de ações de Nova York. "É espectacular ver o quanto de valor foi corroído." Os empreendimentos da EBX em petróleo, construção naval, energia e transporte podem sobreviver em uma versão reduzida. Eike, porém, provavelmente não será o controlador, sendo obrigado a vender sua parte para pagar dívida.

Fonte: Exame

Clariant abre novo laboratório de P&D de catalisadores no Brasil para as indústrias de Petróleo e Gás



• Laboratório vai trabalhar em soluções avançadas para geração de gás de síntese e catalisadores de conversão

• Adsorventes da Clariant removem contaminantes do gás natural

• Novo laboratório melhora o suporte técnico a clientes regionais

Clariant, uma das empresas líderes globais em especialidades químicas, anuncia que conta com um novo laboratório de P&D de catalisadores para as indústrias Química, de Petróleo e Gás. Localizado na maior instalação fabril da companhia na América Latina, em Suzano (São Paulo), o laboratório inicia suas operações com uma infraestrutura completa, equipamentos de última geração e uma equipe de pesquisadores qualificada e dedicada a desenvolver novas gerações de catalisadores e fornecer suporte técnico a clientes na região.

"A projeção de crescimento da indústria de gás no Brasil é significativa, e a Clariant vai contribuir com este crescimento“, destacou Stefan Heuser, Vice-Presidente Sênior e Diretor da BU Catalysts. “Com este importante investimento seguimos com nossa estratégia de fornecer um forte suporte aos parceiros locais de negócios. Vamos continuar a desenvolver, conjuntamente, no Brasil, soluções novas e inovadoras com nossos catalisadores e adsorventes". As reservas de gás no Brasil devem crescer rapidamente: a projeção é que a produção doméstica triplicará dos atuais 65 milhões de metros cúbicos por dia para cerca de 180 milhões em 2020, com uma porção significativa vindo de plataformas off-shore. A produção de petróleo no Brasil representou cerca de 25% da produção global em águas profundas em 2011. A exploração do pré-sal deverá aumentar significativamente essa porcentagem. De acordo com a ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), a demanda de bens e serviços para as indústrias de petróleo e gás dev
e alcançar pelo menos US$ 400 bilhões até 2020.

Os adsorventes da Clariant são usados para purificar o gás natural, que sai do poço com impurezas como enxofre, mercúrio, arsina e outros compostos danosos ao meio ambiente e aos equipamentos do sistema de produção. Os adsorventes da série ActiSorb® GP removem esses contaminantes antes da entrada do gás na tubulação, atendendo às especificações da legislação. Depois de mais de 60 anos fornecendo soluções para a remoção de contaminantes de gás natural e outras cadeias de hidrocarbonetos, a companhia considera o aumento da produção nas reservas do pré-sal e o grande potencial de gás de xisto como uma plataforma para o crescimento na América Latina e no mundo.

O maior rigor das especificações de combustíveis na América do Sul e a necessidade de processar matérias-primas mais complexas impulsionam a demanda de catalisadores de hidrogênio, dos quais a Business Unit Catalysts da Clariant é uma das líderes de mercado. A otimização de catalisadores de alto desempenho é essencial para aumentar o fornecimento de hidrogênio nas refinarias. A Business Unit Catalysts da Clariant também oferece diversos produtos de remoção de enxofre, inclusive um catalisador de desulfurização de gasolina, que é usado em mais de uma dezena de novas unidades em todo o mundo. "Vamos oferecer uma linha completa de soluções para o mercado de catalisadores com o suporte de nossa infraestrutura de pesquisa aplicada e suporte técnico", declarou Harald Dialer, Diretor de Syngas Catalysts.

Em operação plena a partir de junho, o Laboratório foi constituído a partir da aquisição parcial de ativos de catalisadores da empresa brasileira Oxiteno, em meados de 2012, incluindo patentes e laboratórios de pesquisa. Na transferência dos ativos para o parque industrial de Suzano e instalação da nova unidade, a Clariant aportou recursos adicionais para aperfeiçoar a sua infraestrutura e os serviços oferecidos aos clientes, visando identificar oportunidades para o desenvolvimento de soluções ‘taylor made’ para o mercado regional. O laboratório de Suzano faz parte de uma rede global de 11 instalações de P&D. "O novo grupo de pesquisa fortalece ainda mais o portfólio tecnológico da Clariant na purificação de gás e aplicações relacionadas ao gás de síntese", declarou Marvin Estenfelder, Diretor de R&D Catalysts.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Parceria público privada é firmada para transporte com emissão zero no Rio


 Para viabilizar o transporte com emissão zero no Rio de Janeiro, o Governo do Estado e líderes dos setores público e privado assinaram um memorando de entendimento.

O acordo foi firmado com a Aliança Renault-Nissan, Petrobras Distribuidora, Light, Ampla e Rio Negócios (Agência de Promoção de Investimentos do Rio de Janeiro).

O acordo prevê que as empresas signatárias estudem a possibilidade de produzir veículos elétricos no estado e disponibilizar toda a infraestrutura necessária para o funcionamento desses carros. O projeto faz parte do Programa Rio Capital da Energia, coordenado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro.

“Queremos fazer do Rio de Janeiro um centro de referência mundial na energia do século XXI, repetindo a vocação que o Rio já possui na área de energia tradicional”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno.

A Renault e a Nissan estão comprometidas com a tecnologia de emissão zero. As empresas investiram 4 bilhões de euros nas últimas duas décadas para desenvolver carros que não utilizam petróleo como combustível e podem ser recarregados com energia pura e renovável.

O Nissan LEAF foi o primeiro veículo 100% elétrico a ser produzido em larga escala, lançado comercialmente em dezembro de 2010. A Renault lançou recentemente o subcompacto Zoe e tem uma linha completa de veículos com emissão zero, incluindo o sedã Fluence, o veículo urbano de dois lugares Twizy e o furgão Kangoo Z.E. A Aliança Renault-Nissan já vendeu aproximadamente 100 mil carros com emissão zero, o que é mais do que foi comercializado por todas as montadoras juntas.

A Petrobras Distribuidora entra no projeto para estudar a implantação da infraestrutura para recarga dos veículos elétricos em postos de serviços de bandeira Petrobras no Rio de Janeiro.

Desenvolvimento do polo setorial

A Rio Negócios participará do grupo de trabalho de desenvolvimento do carro elétrico representando a Prefeitura para promover comercialmente a cidade como destino de negócios desse setor industrial e tecnológico emergente. A missão é identificar oportunidades e portfólios de projetos, desenvolver o polo setorial e consolidar a inteligência dessa nova atividade no país.

“Aceleramos projetos e facilitamos a instalação de empresas na cidade, conectando os setores público e privado. Nos investimentos em tecnologia de mobilidade por veículos elétricos, o Rio liderará esta inovação industrial”, ressaltou Marcelo Haddad, presidente da Rio Negócios.

A Light, concessionária de energia elétrica em 31 municípios do estado do Rio do Janeiro, também apoiará o desenvolvimento dessa ação. A empresa promoverá, por exemplo, estudos para a implantação da infraestrutura necessária à rede de abastecimento/carregamento desses veículos.

A Ampla, empresa controlada pela holding Endesa Brasil e pertencente ao Grupo Enel, irá estudar a implantação de infraestrutura tecnológica e inovadora, para garantir o suprimento de energia de forma sustentável.

Fonte/Ag. Rio de Noticas


Marinha abre concurso para 66 vagas



A Marinha do Brasil torna público que estarão abertas, no período de 01 a 30 de julho de 2013, as inscrições para 66 vagas de nível superior para o Corpo de Engenheiros. As vagas são destinadas a candidatos de ambos os sexos, com menos de 36 anos de idade no primeiro dia do mês de janeiro de 2014.

O Oficial do Corpo de Engenheiros da Marinha gerencia e conduz as atividades de pesquisa, desenvolvimento, manutenção e projetos de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais e de seus equipamentos, além de realizar outras atividades específicas de cada especialidade na área de Engenharia.
Os candidatos interessados poderão realizar a inscrição através do site www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou no Comando do 4º Distrito Naval, localizado na Praça Carneiro da Rocha, s/nº, Cidade Velha, Belém-Pará. O valor da taxa de inscrição é de R$ 45,00.

Arquitetura e Urbanismo 01
Engenharia Aeronáutica 01
Engenharia Cartográfica 01
Engenharia Civil 04
Engenharia de Materiais 03
Engenharia de Produção 02
Engenharia de Sistemas de Computação 02
Engenharia de Telecomunicações 04
Engenharia Elétrica 09
Engenharia Eletrônica 09
Engenharia Mecânica 14
Engenharia Mecatrônica 01
Engenharia Naval 10
Engenharia Química 05

Os aprovados em todas as etapas da seleção realizarão um curso de formação na cidade do Rio de Janeiro, com duração de aproximadamente 39 (trinta e nove) semanas. Nesse período, serão nomeados a Guardas-Marinha e terão direito a vencimentos de R$ 5.150,00 (cinco mil e cento e cinqüenta reais) mais gratificações, alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médica-odontológica.

Após a aprovação no curso de formação, os Guardas-Marinha serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil, no posto de Primeiro-Tenente (EN), com vencimentos mensais de cerca de R$ 6.800,00 (seis mil e oitocentos reais), sendo indicados para o exercício de funções em Organizações Militares Industriais, de Ciência e Tecnologia e em Organizações de Controle e Supervisão Técnica. Terão ainda, oportunidade de participar de projetos de ponta, como o Programa Nuclear da Marinha, tanto na área de desenvolvimento de combustível, quanto na área de reatores, além do Projeto de Desenvolvimento, Construção, Operação e Manutenção de Submarinos, inclusive o de Propulsão Nuclear, com cursos e estágios no Brasil e no Exterior, contando, também, com as seguintes vantagens e benefícios:

- Perspectiva de crescimento profissional ao longo da carreira;
- Bom ambiente de trabalho;
- Plano de carreira bem definido, com possibilidade de ascensão contínua com aumento de salários proporcionais;
- Estabilidade após cinco (5) anos de serviço;
- Ingresso sem exigência de experiência anterior;
- Salário inicial compatível com o mercado;
- Salários indiretos e benefícios, tais como:
- Transferências remuneradas;
- Possibilidade de moradia quando fora da cidade do Rio de Janeiro;
- Assistência médico-hospitalar para si e para seus dependentes em instalações exclusivas da Marinha;
- Instalações sócio-recreativas para si e seus dependentes, mediante pequena mensalidade;
- Ajuda para aquisição de uniformes;
- Alimentação;
- Aposentadoria com vencimentos integrais etc.

SERVIÇO:

Concurso Público de Nível Superior – Corpo de Engenheiros da Marinha (CP-CEM/2013)
Inscrição: de 01 a 30 de julho de 2013
Valor: R$ 45,00
Data da prova: a ser definida
Informações: www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou (91) 3216-4022 / 3216-4042

(DOL, com informações da Marinha)

ANP indica que preço do etanol caiu em 18 estados

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros caíram em 18 Estados, subiram em outros sete e permaneceram estáveis no Amapá e no Distrito Federal na semana encerrada no último dia 22 de acordo com dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No período de um mês, os preços do etanol caíram em 19 Estados e no Distrito Federal e subiram em outros sete.

Entre MaioMinas Gerais registrou baixa de 3,34% no preço médio do etanol, que passou de R$ 2,184 para R$ 2,111 .

A maior alta semanal foi no Maranhão (0,92%), enquanto a maior queda, no Espírito Santo (-1,74%). No mês, os preços subiram mais em Mato Grosso (3,89%) e caíram mais no Paraná (-6,64%).


No Brasil, o preço mínimo para o etanol foi de R$ 1,35 o litro, no Estado de São Paulo. O preço máximo foi de R$ 3,16 por litro, no Pará. Na média, o menor preço indicou R$ 1,776 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado em Roraima, a R$ 2 758 o litro.

Fonte: Agência Estado

‘Quest for Oil’:game sobre a indústria mundial do petróleo


Jogo simula busca por petróleo no Qatar e no Mar do Norte

RIO - O Grupo Maersk lançou um novo jogo de computador chamado “Quest for Oil” (“A Busca por Petróleo”, na tradução, um game de estratégia que mostra como funciona a indústria do do petróleo, apresentando os desafios em uma plataforma de perfuração, montada com 53 mil toneladas de aço apoiadas no fundo do mar.

“A maioria das pessoas sabe que temos petróleo e gás natural, mas muitas não entendem o que é preciso para encontrar e produzir esses recursos. A necessidade mundial de petróleo e gás leva a exploração em águas cada vez mais profundas e exigem empreendimentos de precisão e tecnologia de ponta. É uma indústria sofisticada e fascinante, e o jogo ‘Quest for Oil’ oferece a todos uma visão de tudo o que é a exploração de petróleo e gás hoje em dia", diz Jakob Thomasen, CEO da Maersk Oil.

Usando a experiência da Maersk Drilling e da Maersk Oil na indústria de óleo de alta tecnologia, o jogo revela um mundo virtual para a busca de petróleo em águas profundas no Qatar e no Mar do Norte, testando, ao máximo, habilidades estratégicas e práticas do gamer.

Para dominar o jogo, os jogadores terão de testar suas habilidades analíticas, procurando por petróleo em um mapa sísmico. Como se parece o subsolo? Quais camadas de terra o compõem? E onde está o óleo armazenado? O jogador será testado sobre como exatamente deve posicionar seu equipamento de perfuração, sempre atento à temperatura e à pressão, antes de poder começar a extrair e produzir o petróleo encontrado. O gamer precisa constantemente fazer as análises corretas, tomar decisões e utilizar o conhecimento adquirido para jogar com sucesso.

“Novos tempos pedem novas medidas e nós queremos usar o jogo de computador para contar a história de um negócio extremamente inovador, de que o mundo inteiro depende, e de uma maneira nova e envolvente. Queremos dialogar sobre o nosso petróleo e empresas de energia, por meio dos jogos e, ao mesmo tempo, dar a todos os interessados a melhor oportunidade de conhecer o mundo subterrâneo”, explica Claus V. Hemmingsen, CEO da Maersk Drilling.


O conteúdo disponível inclui soundbites, pacotes editados e imagens do jogo. Um pacote editado e ainda imagens do evento de lançamento já estão disponíveis. “Quest for Oil” pode ser baixado gratuitamente no site <http://www.questforoil.com>. Para fazer um download clique aqui

Fonte: O Globo

segunda-feira, 24 de junho de 2013

TECNÓLOGO



O tecnólogo em petróleo e Gás gerencia monitora e executa a prospecção, extração, beneficiamento ou produção, armazenagem e comercialização do petróleo e seus derivados. Em sua atuação, este profissional aplica a legislação do setor, afere a qualidade do produto, bem como gerencia situações de emergência, com vistas ao controle de acidentes de trabalho e ambientais. O curso enfatizar, a vocação regional do estado do RN e a criação das futuras refinarias do Norte-Nordeste: Abreu e Lima (Pernambuco), Clara Camarão (Rio Grande do Norte), Premium I (Maranhão) e Premium II (Ceará), Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), Complexo Petroquímico de SUAPE (Pernambuco) e a nova unidade de fertilizantes nitrogenados.

Dessa forma, o tecnólogo pode atuar diretamente em refinarias e distribuidoras.

Curso

A grade curricular do curso prevê aulas de matemática, física, química, geologia, prospecção, fontes alternativas de energia e técnicas de exploração e refino do petróleo. Constam ainda do currículo disciplinas relacionadas a armazenamento e transporte, gestão ambiental e logística. Além dessas disciplinas, diretamente ligadas às atividades de exploração, produção e distribuição do petróleo e gás natural, o curso dá uma base também a quem deseja atuar na administração e no planejamento do negócio, com noções sobre empreendedorismo, direito do petróleo, gerência e avaliação de projetos, economia e contabilidade.

Duração média: dois anos e meio.

Mercado de Trabalho

As notícias são as melhores possíveis. Quando começar a operar, em 2014, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) deverá criar mais de 212 mil empregos diretos e indiretos relacionados ao petróleo. Além disso, o aumento da produção de petróleo na Bacia de Santos, no litoral paulista, deve criar, até aquele ano, mais 6 mil postos de trabalho de todos os níveis, em todas as áreas. "As empresas do setor mineral têm perspectiva de investimentos na ordem de centenas de bilhões de dólares em pesquisa mineral, extração e, principalmente, transformação, nos próximos 20 anos", diz a professora Angela Contin, da UEG, em Niquelândia (GO). O Plano Nacional de Mineração, do governo federal, prevê que o setor, que em 2008 já era responsável por cerca de dois milhões de postos de trabalho, triplique este número até 2030. As principais ofertas de trabalho estão em Macaé e Campos, no Rio de Janeiro, e Santos, em São Paulo. Na área mineral, a atuação é mais forte em Goiás, com exploração de diversos minérios como ouro, níquel, cobalto, fósforo, nióbio, entre outros, em Minas Gerais e principalmente no Pará.


Salário inicial: R$ 1.800,00 (fonte: profa. Angela Contin, da UEG).