quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Conselho da OSX aprova contrato de afretamento de plataforma




Rio de Janeiro - O conselho de administração da OSX aprovou a celebração de contrato de afretamento da plataforma flutuante (FPSO, na sigla em inglês) OSX-4, informou a empresa de construção naval do empresário Eike Batista nesta quarta-feira.

Os conselheiros aprovaram ainda contrato de operação do FPSO OSX-2, de acordo com ata de reunião arquivada na Comissão de Valores Mobiliários, datada de 17 de setembro.

Tanto o contrato de afretamento quanto o de operação das FPSOs estão relacionados a acordos feitos com a OGX, empresa de petróleo de Eike Batista.

O documento não apresentou valores dos contratos nem informações adicionais.

Na terça-feira, a OSX informou que o seu conselho aprovou apresentação de proposta pela companhia a fim de participar de licitação da Petrobras para contratação de afretamento e operação de um navio-plataforma FPSO.

No mesmo dia, a companhia afirmou que não celebrou nenhum acordo que possa resultar em união com a Sete Brasil, empresa que ganhou licitação para entregar várias sondas à Petrobras. 

Fonte: Reuters

Produção de petróleo do Brasil crescerá 158% até 2021--EPE




RIO DE JANEIRO, 26 Set (Reuters) - A produção de petróleo no Brasil crescerá 158 por cento até 2021 em relação aos patamares de 2011, de acordo com projeção da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), divulgada nesta quarta-feira.
A extração de petróleo brasileira, atualmente levemente acima da faixa dos 2 milhões de barris por dia (bpd), deve evoluir para 5,43 milhões de bpd até 2021, segundo estudo que foi colocado em consulta pública no Ministério da Minas e Energia.
No ano passado, a produção realizada de petróleo foi de 2,1 milhões de barris por dia, segundo a EPE.
O documento integrará o novo Plano Decenal de Expansão de Energia, que prevê uma redução do petróleo na participação da matriz energética brasileira.
As estimativas de produção nacional de petróleo e gás natural foram calculadas com base nos recursos já descobertos, com comercialidade declarada (reservas) ou sob avaliação exploratória (recursos contingentes).
Alguns recursos não descobertos também foram considerados, com base no conhecimento geológico das bacias sedimentares brasileiras, tanto em áreas já contratadas com empresas quanto em parte das áreas da União (não contratadas).
PETROBRAS
A estimativa de extração da EPE é otimista em relação à previsão da maior empresa petrolífera do país, a Petrobras, responsável por mais de 90 por cento de toda a produção.
A estatal previu no seu mais novo Plano de Negócios uma produção média diária em 2020 de 4,2 milhões de barris, volume menor que os 4,9 milhões de barris/dia estimados no plano anterior.
Neste ano, a Petrobras vem enfrentando dificuldades com paradas das plataformas para manutenção, baixa produtividade da bacia de Campos e a paralisação do campo de Frade, operado pela Chevron, onde detém participação de 30 por cento, depois de um vazamento em novembro de 2011.
Alguns analistas já arriscam apostar que a companhia poderá apresentar em 2012 a primeira queda de produção anual de petróleo em oito anos, contrastando com um período de brilho no setor de exploração da estatal. Nos últimos anos, a companhia anunciou a descoberta de campos gigantes na camada do pré-sal e foi uma das petrolíferas que mais agregou reservas no mundo.
DEMANDA
Segundo a EPE, a demanda nacional por petróleo no período, será um pouco maior que a metade da produção nacional, de 2,89 milhões de bpd, nos próximos 10 anos.
Quase a totalidade do excedente, de 2,54 milhões de bpd, deverá ser direcionada à exportação, afirmou a EPE.
Para atender à projeção de aumento de produção, prevê-se a necessidade de 90 novas plataformas do tipo FPSO, incluindo a conversão de navios existentes, segundo a estatal de pesquisa energética.
A capacidade nominal de refino, com a implantação de quatro novas refinarias, passará dos atuais 2 milhões de bpd para pouco mais de 3,3 milhões de bpd em 2021.
(Reportagem Leila Coimbra)

Santos offshore será oportunidade de pequenas e médias empresas participarem da cadeia de petróleo e gás





Rodadas de negócios serão promovidas pelo Sebrae-SP em conjunto com a ONIP durante a feira.
Com o pré-sal na Bacia de Santos, estima-se um volume de investimentos de US$ 25 bilhões de dólares no estado de São Paulo para os próximos três anos. Muitas pequenas e médias empresas desejam participar da cadeia produtiva de petróleo e gás, mas, muitas vezes, não sabem como ou acham que não têm estrutura para atender as demandas. Essa é justamente uma das propostas da Santos Offshore Oil & Gas Expo 2012, principal encontro de negócios para as empresas que atuam na Bacia de Santos, que será realizada de 16 a 19 de outubro, no Mendes Convention Center, em Santos (SP).
Com mais de 100 expositores são esperados 16 mil visitantes no evento, que terá diversas rodadas de negócios, sendo uma delas organizada pelo Sebrae-SP em parceria com a ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo).
Para auxiliar as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) a acessarem a cadeia de Petróleo e Gás,  o Sebrae-SP elaborou no ano passado, com o apoio da Petrobras, o “Mapeamento da Demanda e Oferta de Bens e Serviços da Cadeia de Petróleo e Gás na Baixada Santista”. Esse estudo inédito no estado de São Paulo traçou um perfil das reais demandas das grandes empresas que atuam neste segmento na região, bem como as dificuldades encontradas pelas MPEs para realizar negócios com esta cadeia. “A informação reveladora da pesquisa é que 85,2% das MPEs entrevistadas têm interesse em fornecer para a cadeia. As que demonstraram desinteresse nesse sentido (14,77%) alegam não possuir tamanho, potencial ou estrutura para fornecer. No entanto, 80% afirmaram conhecer o alto volume de investimentos que cerca a cadeia, mas apenas 45% delas conseguem se enxergar como fornecedoras desta cadeia atualmente”, explica o gerente do Sebrae-SP na Baixada Santista, Paulo Sérgio Brito Franzosi.
As expectativas para as rodadas de negócios na Santos Offshore são grandes, pois nesta edição, além do apoio da Petrobras, há uma parceria com a ONIP, cujas associadas são as grandes petrolíferas sediadas no Brasil. 
A Santos Offshore é organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, maior organizadora nacional e internacional de feiras e eventos e mesma organizadora da World Future Energy Summit, Brasil Offshore e SPE Offshore Europe, os maiores eventos do segmento no mundo. A Santos Offshore foi adquirida em 2011 e passa a fazer parte da rota dos principais eventos internacionais e na agenda de empresários e grandes compradores internacionais do setor.
O evento conta com o patrocínio da Petrobras e apoio do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e Secretaria de Energia do Estado de São Paulo.
Mais informações:
Santos Offshore
Data: 16 a 19 de outubro de 2012
Local: Mendes Convention Center – Santos (SP)
Horário: terça a quinta das 14h às 21h e sexta das 14h às 19h
www.santosoffshore.com.br

Fonte: ANTONIO ALVES NOTÍCIAS - DEMAIS

Petrobras bate recorde de entrega de gás natural ao mercado com 91,4 milhões de m³ por dia



A Petrobras bateu seu próprio recorde de entrega de gás natural na última sexta-feira (21), quando foram colocados no mercado 91,4 milhões de m³ do energético, superando o recorde anterior, de 85,9 milhões de m³, alcançado em 12/11/2010.
Do total entregue agora, 36,1 milhões de m³/dia foram destinados ao mercado termelétrico e 41,5 milhões de m³/dia ao mercado não termelétrico (indústrias, residências, veicular, co-geração e outros). O volume restante (13,8 milhões de m³/dia) foi entregue às unidades da Petrobras.

É importante ressaltar que esse recorde só foi possível devido ao aumento da disponibilidade de gás natural nacional para o mercado, que totalizou 41,7 milhões m³ /dia, tendo contribuído significativamente para isso o crescimento da produção nos campos da Bacia de Santos (Mexilhão, Uruguá-Tambaú e Lula), a importação do volume máximo de gás contratado com a Bolívia (31,5 milhões de m³/dia) e a re-gaseificação de 18,2 milhões de m³/dia nos terminais de GNL da Petrobras em Pecém (CE) e na Baía da Guanabara (RJ).
A geração de energia no Parque Gerador da Petrobras, por sua vez, tem batido sucessivos recordes este mês, atingindo o pico de 5.225 MW gerados para o Sistema Interligado Nacional (SIN) no sábado, 22/09, com um consumo de 28,6 milhões de m³ de gás natural. A capacidade total do Parque Gerador Petrobras é de 6.952 MW, sendo 6.235 MW de termelétricas do SIN.
Nas termelétricas de terceiros, para as quais a Petrobras fornece gás natural, foram gerados 1.310 MW nesse mesmo dia, consumindo 6,4 milhões de m³ de gás natural, totalizando, assim, 6.535 MW de geração termelétrica a gás natural para o SIN. 
Fonte: Por Redação , Administradores.com

Petrobras fecha afretamento de navios de transporte de GNL

Navio de transporte de GNL

RIO DE JANEIRO, 26 Set (Reuters) - A Petrobras informou que fechou nesta quarta-feira o contrato de afretamento de dois navios para o transporte e armazenamento de gás natural liquefeito (GNL).

Os navios pertencem à norte-americana Excelerate Energy L.P., especializada em transporte marítimo de GNL e infraestrutura de regaseificação, informou a estatal em comunicado.

O objetivo do acordo, segundo a Petrobras, é "dar maior flexibilidade e confiabilidade à comercialização de GNL, diversificando o fornecimento de gás natural e, consequentemente, aumentando a segurança energética do país".

O comunicado não cita valores envolvidos.

Os navios Excelsior e Excalibur têm, cada um, 138 mil metros cúbicos de capacidade, totalizando 276 mil metros cúbicos de gás natural liquefeito, o que corresponde a 165,6 milhões de metros cúbicos de gás natural após a regaseificação.

Esse volume é suficiente, segundo a Petrobras, para atender o consumo industrial, comercial, residencial e veicular do Estado do Ceará por um ano.

"Essa contratação se alinha com a estratégia da Petrobras de ser um player global no mercado internacional de GNL", afirmou a empresa em comunicado.

A companhia entrou nesse mercado em 2009 com dois terminais de regaseificação, um no Porto de Pecém, no município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, e outro na Baía de Guanabara (RJ).

Atualmente, está em construção o Terminal de Regaseificação da Bahia, localizado na Baía de Todos os Santos, em Salvador.